Mandíbula do Dragão

No centro de Cirethar, dividindo o continente ao meio, encontra-se a cordilheira da Mandíbula do Dragão. Essa enorme cadeia de montanhas se estende de leste a oeste e representa não só uma barreira geográfica, mas também cultural entre as populações que habitam de cada lado. Atravessar a cordilheira é possível, porém extremamente perigoso, não somente por conta das condições climáticas adversas, mas também por conta das criaturas que lá habitam. Predadores vorazes como yetis, trolls e dragões brancos fazem das montanhas a sua morada, descendo ocasionalmente de seus lares nos picos para aterrorizar os habitantes de assentamentos próximos.

No centro da Mandíbula do Dragão ergue-se a maior das montanhas do continente, a Presa do Dragão, com seus mais de 20 quilômetros de altura. O pico gélido observa o mundo silenciosamente com sua imponência e mistério, figurando como personagem principal em mitos e lendas de diversas culturas em Cirethar.

Mandíbula do Dragão

Os Golias

Embora a Mandíbula do Dragão seja um ambiente extremamente hostil e mortal, ainda existem aqueles capazes não somente de sobreviver em meio aos picos congelados, mas também de florescer. Os Golias, humanoides corpulentos com ancestrais em comum com os gigantes, habitam os picos da Mandíbula, vivendo de maneira semi-nômade, com alguns poucos assentamentos permanentes, geralmente estabelecidos em locais considerados sagrados pelos Golias. Por conta de sua força física e resiliência, muitos Golias foram, e ainda são, empregados como mercenários nos reinos do norte e do sul, ou até mesmo incorporados nos exércitos destes mesmos reinos.

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